São Paulo, 02 de junho de 2009
BING: A resposta da Microsoft ao Google Fonte:. Baixaki
A Microsoft cansou de ficar para trás na web e lança seu novo buscador: Bing. Será que o Google vai perder a majestade ou o Bing não passa de apenas mais uma ameaça passageira?
No dia 28 de maio de 2009 a Microsoft mostrou ao mundo que, mesmo atrasada, vai entrar com tudo na briga por usuários com uma nova ferramenta para a web. O buscador Bing é a nova aposta da empresa de Bill Gates e terá seu lançamento oficial em todo o planeta no dia 3 de junho de 2009. Depois de perder muito terreno para a Google e seu enorme leque de serviços online, parece que a empresa de Gates decidiu deixar a preguiça de lado e mirar as nuvens, já que a tendência é esta, nada mais correto do que a Microsoft jogar as regras do jogo e chegar falando grosso no ramo das buscas.
Algumas tentativas frustradas como o Office Online e o próprio Windows Live Search, morreram na praia, tendo em vista que o Google Docs, Zoho e o próprio buscador Google fizeram os planos da Microsoft irem por água abaixo. Agora a empresa tenta ressurgir das cinzas e apresenta um buscador que dará trabalho ao Google.
APENAS MAIS UM?
Para quem acha que o Bing é apenas “mais um que veio derrubar o Google”, assim como o Cuil que fez um enorme barulho, mas hoje quase ninguém se lembra de sua existência, vale lembrar que estamos falando de um combate entre Google X Microsoft, portanto uma briga de titãs.
QUEM NÃO É VISTO, NÃO É LEMBRADO
Além dos investimentos em novas ferramentas e tecnologias, a Microsoft investiu pesado em marketing para chamar a atenção do maior número possível de novos usuários. Nada menos do que US$ 100 milhões foram gastos com propaganda e publicidade. Quem usa o Hotmail, por exemplo, já pode realizar buscas com a nova ferramenta e deixar o Windows Live Search de lado.
APELO VISUAL
Quem tem o Google como sinônimo de buscas vai estranhar a grande quantidade de cores, principalmente na página inicial do Bing, já que o Google sempre teve um visual mais clean.
Ao acessar o Bing já é possível se deparar sempre com uma fotografia muito bonita e colorida e, o mais interessante, ao passar o mouse sobre alguns pontos, é possível saber um pouco mais sobre o lugar em que ele foi tirada.
NOVIDADES QUE CHAMAM A ATENÇÃO
Há algumas semanas você pôde conferir um artigo aqui no Baixaki mostrando as novas funcionalidades do Google e algumas novidades para acompanhar a evolução e complexidade das buscas. As principais funcionalidades do Google eram ferramentas mais eficientes e participativas para refinar as buscas e oferecer mais do que apenas um apanhado de links.

Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2008
Especialistas em SEO usam técnicas para melhorar o posicionamento de empresas no Google Fonte:. O Dia.
Rio - Para quem pretende usar a Internet como ferramenta de negócios, estar online não basta. É preciso aparecer com destaque para dar o seu recado. E aparecer significa estar entre os primeiros do Google. Os números são contundentes: a ferramenta de buscas responde por 80% das pesquisas feitas por internautas brasileiros, dos quais 60% clicam em links que aparecem na primeira página dos resultados e 80% nos links que aparecem até a terceira página. “Se você não está nas três primeiras páginas, você está invisível”, explica Paulo Teixeira, especialista em SEO de sites e professor da pós-graduação em Marketing Digital da Facha (Faculdades Integradas Helio Alonso).
Teixeira trabalha há 10 anos como profissional da web, oito deles dedicados à otimização de sites para ferramentas de buscas, ou SEO (sigla em inglês). Trata-se de um conjunto de técnicas que visam melhorar o posicionamento dos sites nos resultados das buscas, principalmente no Google. No exterior as empresas já investem na área, que por aqui começou a despertar interesse apenas em 2007. "O mercado é novo e vem ganhando espaço", diz Robert Rodrigues, gerente de Mídias Sociais da Agência Frog, especializada em marketing digital e redes sociais.
Otimizar um site significa organizar sua estrutura de forma a facilitar o trabalho dos mecanismos de busca e criar uma boa reputação para seu site, de modo que ele seja apontado por outros.
O objetivo final deve ser entregar ao internauta o resultado mais adequado ao que ele procura. Isso significa tentar tirar o máximo proveito dos mais de 200 critérios usados pelo Google nas buscas. O Google publicou um guia de SEO para iniciantes em seu blog onde ensina apenas as linhas gerais, sem dar detalhes. “O trabalho envolve muita tentativa e erro e o resultado vem a longo prazo", explica Teixeira, cujo blog aparece no topo da busca por SEO no Google.
Entre as recomendações estão, por exemplo, dar títulos simples e precisos para cada página do site, nomear as páginas com termos relacionados a seu conteúdo, usar uma descrição concisa "escondida" no código da página (meta tag “description”).
A otimização influi apenas na parte "orgânica" das buscas, ou seja, não influi nos links patrocinados, que aparecem acima e à direita dos resultados do Google. Segundo Teixeira, como o internauta, com o passar do tempo, tende a não clicar preferencialmente nos links patrocinados, aparecer bem nas buscas orgânicas é bom negócio para as empresas.
Contudo, não há como garantir o primeiro lugar nas buscas, e os efeitos só aparecem a longo prazo. "É preciso pelo menos três meses para uma estratégia de SEO começar a dar resultado", explica Teixeira. Em resumo, o trabalho consiste em selecionar as palavras-chave mais adequadas ao conteúdo do site, reformular o site em função dessa seleção e construir reputação, sendo apontado por outros sites. "O trabalho de SEO tem que começar antes da construção do site", diz Robert Rodrigues.
Nessa corrida pela exposição dos sites, alguns especialistas em otimização usam técnicas questionáveis, mais preocupadas em conquistar posições a qualquer preço do que dar um resultado adequado ao internauta. Essa turma que tenta enganar os sistemas de busca é chamada Black Hat (chapéu negro). Entre os expedientes questionáveis estão, por exemplo, usar fontes brancas sobre fundo branco. O texto não aparece para o internauta, mas é lido pelo sistema de busca.
O resultado, entretanto, pode ser um tiro no pé. Caso folclórico entre os webmasters aconteceu com o site da BMW alemã. Para o internauta era exibido um site em flash; para os buscadores, um site em HTML recheado de termos que nada tinham a ver com o conteúdo do site. Resultado: o site foi temporariamente banido dos resultados do Google.
Procuram-se profissionais
Segundo profissionais da área de SEO, o mercado está em alta e há poucos profissionais especializados, o que pode render boas oportunidades a quem investir para trabalhar no setor. Segundo o professor de Marketing Digital Paulto Teixeira, para trabalhar com SEO não é precisa ser um especialista em informática, embora conhecimento de HTML seja indispensável. É fundamental ter boa redação e longa experiência de navegação na Internet, além de curiosidade e criatividade para bolar estratégias eficientes para os clientes. Já Robert Rodrigues, que lidera uma equipe de seis especilistas na Frog, acha que o conhecimento técnico é essencial. “Tem que saber HTML e programação, além de ter familiaridade com a Internet”.
Rio de Janeiro, 13 de janeiro de 2008
Mais de 30% da visitação de sites provem de buscadores Fonte:. iMasters.
Preparar o site para ser encontrado pelos buscadores, como Google, Yahoo e MSN, passou a ser parte integrante do investimento na hora de montar a estratégia para aparecer na internet. Por isso, estar nas primeiras páginas de resultados passa a ser cada vez mais importante. O gerente de TI da WEBTraffic, Edson Garrido, estima que, em muitos casos, mais de 30% da visitação dos sites provém de buscadores. Um dos pontos mais importantes na otimização de sites, segundo o especialista, é não tentar enganar os mecanismos de busca. Isso pode acontecer com o uso de textos ocultos e camuflagens. Outro ponto importante é a questão do conteúdo: é necessário informar o foco, a relevância e a veracidade das informações contidas principalmente na página principal para garantir um conteúdo de qualidade aos usuários. Estas e outras dicas para se dar bem neste mercado repleto de "aventureiros", estão na lista dos 10 mandamentos de uma boa otimização de sites; "Esperamos que com essas dicas, menos problemas ocorram, pois esse trabalho não pode ser visto como algo simples, mas deve ser feito com seriedade, foco e respeito", comenta.
OS 10 MANDAMENTOS DE UMA BOA OTIMIZAÇÃO DE SITES:
1. Não tente enganar o mecanismo de busca
Jamais utilizar artifícios que têm por objetivo fraudar os mecanismos de busca, tais como textos ocultos (por tamanho ou cor ) ou cloaking (camuflagem do conteúdo da página que tem por finalidade apresentar para os usuários conteúdos ou URLs diferentes daqueles encontrados pelos mecanismos de pesquisa) . Exibir resultados diferentes para o usuário comum e o crawler pode fazer o site ser considerado fraudulento e removido dos índices de buscas.
2. Preocupação com quem visita o site
Sitemaps ou mapas do site - Sitemaps em HTML constituem um recurso importante para os visitantes, garantindo uma experiência de navegação plena e completa. Sites com um número demasiado de links devem ter a navegação organizada em múltiplas páginas. Ao criar o sitemap do seu site, verifique sempre se ele atende às necessidades dos visitantes e não prioritariamente às necessidades dos buscadores.
3. Informe com foco, relevância e veracidade
Garanta aos visitantes informações pertinentes e de qualidade, principalmente em sua página principal. Páginas com conteúdo relevante atraem vários visitantes e incentivam outros webmasters a lincarem para seu domínio. Um bom conteúdo pode ser descrito como aquele que contém riqueza e clareza nas informações. Descubra as palavras e termos que os usuários digitariam para encontrar suas páginas e inclua essas palavras em seu site.
4. Faça parte da rede e colha benefícios
Certifique-se de que outros sites linquem para você. Isso ajuda os rastreadores dos mecanismos de busca a localizar seu site, podendo aumentar sua visibilidade nos resultados de pesquisa. O Google, por exemplo, conta o número de votos que uma página recebeu como parte da sua avaliação de PageRank, considerando que um link da página A para a página B é um voto da página A para a página B. Os votos provenientes de páginas consideradas importantes têm mais valor e ajudam a tornar as outras páginas também importantes.
5. Exposição natural
Os sofisticados algoritmos dos mecanismos de busca podem diferenciar links naturais de links plantados. Os links naturais para seu domínio são parte da natureza dinâmica da web, surgindo quando outros sites apreciam seu conteúdo e decidem que um link para seu site seria útil para seus próprios visitantes. Links plantados ou não-naturais para seu domínio são criados somente para fazer com que seu site aparente ser popular para os mecanismos de pesquisa. Apenas os links naturais são úteis para a indexação e a classificação do seu site.
6. Navegação simples e direta
Trabalhe bem a navegabilidade de suas páginas. Disponibilize aos visitantes uma estrutura de links lógica. Toda página tem que ser acessada por pelo menos um link de texto estático. Use um navegador sem recursos gráficos, como o Lynx (browser que mostra apenas texto), para navegar em seu site. A maioria dos crawlers enxergam a internet da mesma forma que o Lynx. Caso recursos como DHTML, Flash, frames, JavaScript, cookies ou IDs de sessão não permitam que você veja o site completo num navegador de texto, então os crawlers terão dificuldade em indexá-lo. Se utilizar páginas dinâmicas, certifique-se de habilitar em seu servidor o recurso de url rewrite, disponível nas mais importantes plataformas de interpretação de scripts, como Apache ou IIS. Através deste recurso, você poderá tornar seus endereços de URL mais amigáveis. Evite sempre o uso de variáveis nos endereços das páginas de seu site (como URLs contendo pontos de interrogação).
7. Não invente
Jamais lote suas páginas com listas de palavras-chave, nem tente camuflar páginas nem criar páginas especialmente para os buscadores. Lembre-se que, sempre que um crawler se depara com textos, links ou páginas que não podem ser acessados ou vistos pelo visitante, ele considerará este conteúdo fraudulento e passível de banimento nos resultados.
8. Aventureiros perigosos
Tome cuidado com alguns serviços de otimização de mecanismos de busca. Verifique sempre a história e a seriedade da empresa que está contratando, evitando assim aquelas que praticam o chamado Black Hat, ou a otimização com o objetivo único de enganar os buscadores. Normalmente, estas empresas prometem resultados milagrosos em tempos recordes e, sem variações, o preço pelas táticas enganosas é o total banimento do site flagrado em todos os resultados de busca.
9. Saiba como funciona
Jamais utilize imagens para exibir nomes, conteúdo ou links importantes. Nenhum crawler é capaz de reconhecer textos embutidos em imagens. Se houver necessidade de utilização de imagem, lance mão do atributo ALT, colocando nele as principais palavras-chaves relacionadas à imagem exibida.
10. Não duplique conteúdo
Nunca crie cópias de suas páginas com URLs diferentes. Conteúdo repetido num mesmo site é visto com maus olhos pelos buscadores e podem acarretar em exclusão da página duplicada nos resultados de busca. Se precisar mesmo fazer isso (para por exemplo oferecer uma versão para impressão de seu conteúdo), utilize o arquivo robots.txt para dizer aos crawlers quais páginas-espelho devem ser ignoradas na indexação do site.

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Rio de Janeiro, 06 de dezembro de 2007
O SEO é o limite | Matéria Portal TI Master
Por Aline Brandão
Você se lembra de como era a internet pré-Google? O gigante das buscas foi responsável por várias mudanças na forma com que os usuários lidam com a Web. "Até um tempo atrás, o legal era ter seu próprio site. Bastava isso. Hoje ninguém perde tempo navegando por links, as pessoas vão direto aos sites de busca – lembra a consultora de Search Engine Marketing Tahiana D'Egmont. Foi por volta de 1999 – época do nascimento do Google e do auge do Yahoo! – que começou a surgir a preocupação em se posicionar bem nos resultados de sites de busca. No começo, era mais fácil alcançar esse objetivo, pois os buscadores eram mais simples: se o autor da página repetisse um termo várias vezes ao longo do texto, mesmo sem que este fizesse o menor sentido, o mecanismo do buscador consideraria aquela página relevante. Quando apareceu o robô do Google, as buscas se tornaram mais refinadas e os especialistas em otimização passaram a ter bem mais trabalho. "Em 2002 já havia uma grande onda por técnicas e metodologias que aumentassem o número de páginas indexadas pelos buscadores. Foram desenvolvidas novas técnicas para que os robôs enxergassem melhor as páginas e para que elas subissem no ranking – diz o Diretor de Operações da Media Contacts Brasil, André Zimmermann. SEO X Link Patrocinado Por aqui, a moda é recente. Segundo o Diretor de Novos Negócios da MídiaClick, Marcelo Sant'Iago, as grandes empresas começaram a abrir os olhos para o SEO em meados de 2007. "Entre os blogs e sites menores, costuma ser maior a preocupação com a otimização, porque eles precisam ser muito visíveis. Entre as grandes indústrias, essa ainda é uma área em crescimento – diz. A otimização de sites chegou ao Brasil há cerca de três anos, na esteira de outra categoria do marketing de busca: os links patrocinados – aqueles que aparecem num quadro à parte nas buscas do Google. No link patrocinado, a empresa "compra" do buscador uma determinada palavra-chave e o endereço do seu site passa a ser associado àquela palavra. O valor é pago por clique, ou seja, a empresa não gasta nada se os potenciais clientes não se interessarem pelo link. Os buscadores promovem "leilões" de palavras-chave entre os sites e alguns termos disputadíssimos chegam a cinco dólares por clique! "O link patrocinado é uma modalidade muito interessante, porque facilita a medição do ROI (retorno de investimento). Só que já tem muita gente indo atrás disso, então as palavras-chave ficam mais caras. Basta pensar que 98% da verba do Google vem dos links patrocinados – destaca Tahiana.
O SEO e os links patrocinados têm vantagens e desvantagens. A mais óbvia é que o SEO é gratuito: exige apenas o investimento inicial em um especialista em otimização e eventuais manutenções. Já o link patrocinado representa um gasto a cada clique. Outra vantagem do SEO é que os usuários habituados com a internet reconhecem facilmente a diferença entre os links patrocinados e os resultados chamados "naturais" ou "orgânicos" – e geralmente preferem clicar nestes últimos. "Existem 'estudos de calor' que mostram as áreas de concentração dos cliques dos usuários numa página de resultados. A área mais 'quente', com mais cliques, vai até o quinto link na lista de resultados orgânicos. Além disso, as pessoas associam empresas com bons resultados naturais a produtos bem-reconhecidos, o que fortalece a marca – explica André. Em compensação, os links patrocinados são mais precisos. Eles conseguem atingir um público mais restrito, aparecem nos sites de busca imediatamente (enquanto uma campanha de SEO pode levar cerca de três meses para atingir seu objetivo) e traz resultados garantidos, o que não acontece na otimização. "Os dois juntos se complementam. Hoje é difícil encontrar clientes que não façam as duas coisas – diz o Diretor da SEO Marketing, Bernhard Schultze.

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